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PIB avança 2,5% no 1º semestre e atividade econômica fica 3,0% acima do pré-pandemia

2 de setembro de 2022 - Atualizado há mais de 1 ano atrás
3 minutos de leitura

Por Redação 97

PIB avança 2,5% no 1º semestre e atividade econômica fica 3,0% acima do pré-pandemia

O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma dos bens e serviços finais produzidos no Brasil. No segundo trimestre deste ano, na comparação com o período anterior, cresceu 1,2%. O resultado é o quarto positivo em seguida do indicador, depois de ter recuado 0,3% no segundo trimestre do ano passado. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado divulgado no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (01/09) aponta que o PIB chegou a R$ 2,404 trilhões em valores correntes. Isso significa crescimento de 2,5% no primeiro semestre do ano e a atividade econômica do país ficou 3,0% acima do patamar pré-pandemia, verificado no quarto trimestre de 2019. Segundo o IBGE, a economia chegou também ao segundo patamar mais alto da série, atrás somente do que foi registrado no primeiro trimestre de 2014.

De acordo com o IBGE, o crescimento no segundo trimestre foi influenciado pela alta de 1,3% nos serviços. A indústria também registrou aumento de 2,2%, sendo o segundo resultado positivo consecutivo do setor, após a queda de 0,9% no quarto trimestre do ano passado. O setor agropecuário teve um recuo de 0,9% no último trimestre, mas agora variou positivamente 0,5% no segundo trimestre deste ano.

Enquanto isso, o consumo das famílias avançou 2,6% no segundo trimestre. O percentual é o maior desde o quarto trimestre de 2020, quando registrou 3,1%. Segundo o IBGE, isso está relacionado à volta do crescimento dos serviços prestados às famílias. Em movimento contrário, o consumo do governo caiu 0,9%, depois de apresentar estabilidade no trimestre anterior, quando registrou queda de 0,1%.

Economistas analisaram de forma positiva os números, por ter resultado positivado em todos os setores e demonstrar consistência nesse crescimento. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a economia brasileira continuará a gerar emprego e renda. Segundo ele, esses dados mostram que as projeções negativas dos especialistas estão erradas, isso porque a política econômica adotada pelo Governo Federal tem mostrado o contrário e os resultados são positivos.

Da redação com informações das Agências Brasil e IBGE e imagem Helena Pontes/Agência IBGE Notícias

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